Elementos para convergência de perspectivas teóricas e práticas na formação religiosa-presbiteral
DOI:
https://doi.org/10.25247/2595-3788.2026.v9n1.p287-306Palavras-chave:
Formação, Ministros ordenados, Igreja servidora, Ministerialidade, CorresponsabilidadeResumo
A formação para a vida ministerial sempre foi e será um desafio para a Igreja, em todos os tempos e espaços. É um lugar comum de realizações e esforços que vão sendo vividos por formadores e formandos. O processo de formar traz consigo resultados satisfatórios, quando cada um se deixa formar e procura sua própria identidade e responsabilidade no processo formativo, com corresponsabilidade. O objetivo desse artigo é perceber que a dessacerdotalização do ministro ordenado e a razão de ser do serviço-diaconia podem servir de elementos primários para pensar o caminho formativo nos Seminários e casas de formação, provocando a reflexão para a identidade do ministro cada vez mais humano para ajudar a enfrentar os desafios da humanidade, no anúncio esperanço do Reino de Deus. Metodologicamente, objetiva-se apresentar, através de uma pesquisa de campo com entrevistados, as lacunas do processo formação presbiteral, identificados pelos próprios seminaristas e formandos, que são, afinal, seus principais atores. Conclui-se que pensar a missão formativa da Igreja é delinear caminhos que conduzam ao sentido de ser da mesma, toda ministerial e servidora, para evitar incorrer no reducionismo da formatação, que minimiza o sentido primeiro da corresponsabilidade formativa.
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