RELIGIÓN, SECULARIZACIÓN Y LENGUAJE
PROBLEMATIZANDO DESDE EL PLURALISMO EN PETER BERGER
DOI:
https://doi.org/10.25247/paralellus.2024.v15n37.p681-700Palabras clave:
Secularización, Religión, Lenguaje, PluralismoResumen
La secularización es un problema de investigación que inicialmente fue abordado por teólogos y filósofos, pero abordado sociológicamente se presentó como un fenómeno moderno que necesariamente conduciría al declive de la religión. Y ésta fue la postura inicial adoptada por Peter Berger en su teoría clásica sobre la secularización. Sin embargo, en una investigación empírica más reciente, Berger reconoció haber entendido mal el tema, especialmente la relación entre secularización y pluralismo. En este texto buscamos reflexionar y problematizar el papel de la religión y la secularización, tomando como punto de partida la concepción de pluralismo propuesta por Peter Berger. Entendió que la sociedad moderna ha encontrado una forma en la que coexiste en la mente de los individuos y en el ámbito social un doble pluralismo: el de discursos de diferentes religiones y la coexistencia de discursos religiosos y seculares. Sin embargo, traemos al debate la noción de religión como texto y lenguaje, estableciendo un diálogo con el concepto bergeriano de “estructuras de plausibilidad”, con el objetivo de superar cualquier distinción rígida entre lo secular y lo sagrado. Y las contribuciones desde el horizonte teórico de los estudios sobre el lenguaje o la semiótica de la cultura pueden ser de inmensa ayuda para la investigación que no ignore la religión como texto cultural.
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