O sentido da palavra e a linguagem filosófica no prólogo de São João
Palavras-chave:
Verbo, Encarnação, MistérioResumo
O presente trabalho objetiva analisar a linguagem filosófica presente no prólogo do Evangelho de São João, explorando a transição do “Verbo” que “se fez carne”. A pesquisa foi qualitativa, do tipo teórico-bibliográfica. O significado da palavra não é meramente representativo, mas fundamentado em seu uso prático e no contexto de uma forma de vida. Diferente da visão platônica, o estudo defende que a linguagem joanina possui um caráter criador e dinâmico, e não apenas comunicador, onde a palavra precede a existência material das coisas. Foi possível fundamentar racionalmente o mistério da encarnação através da filosofia da linguagem.
Downloads
Referências
AGOSTINHO. Confissões. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
BÍBLIA Pastoral [Nova]. São Paulo: Paulus, 2014.
NOVARINA, Valère. Diante da palavra. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009.
RATZINGER, Joseph. El Dios de la fe y el Dios de los filósofos. Madrid: Encuentro, 2006.
VENTURINHA, Nuno. Lógica, ética, gramática: Wittgenstein e o método da filosofia. Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2010.
WITTGENSTEIN, Ludwig. Cultura e valor. Lisboa: Edições 70, 2000.
WITTGENSTEIN, Ludwig. Da certeza. Lisboa: Edições 70, 2000.
WITTGENSTEIN, Ludwig. Investigações filosóficas. São Paulo: Nova Cultural, 1991.
WITTGENSTEIN, Ludwig. O Livro Azul. Lisboa: Edições 70, 1992.
WITTGENSTEIN, Ludwig. Tractatus lógico-philosophicus. São Paulo: EDUSP, 2001.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Tarciso Botelho Pereira Filho (Autor)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Atribuição — Você deve dar o crédito apropriado , fornecer um link para a licença e indicar se mudanças foram feitas . Você pode fazer isso de qualquer maneira razoável, mas não de nenhuma forma que sugira que o licenciante endossa você ou seu uso.
Sem restrições adicionais — Você não pode aplicar termos legais ou medidas tecnológicas que restrinjam legalmente outros de fazer qualquer coisa que a licença permita.




